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Ferramentas de acessibilidade

O Papel da Tecnologia nas Cidades Inteligentes

5 conceitos fundamentais para compreender as alterações climáticas

Objetivos de Aprendizagem

  • Compreender como as tecnologias digitais são usadas nas Cidades Inteligentes 3.0. 
  • Explorar os benefícios e desafios do desenvolvimento tecnológico em ambientes urbanos. 
  • Identificar ferramentas-chave como IoT, IA e Big Data. 
  • Aprender como a tecnologia permite a participação cívica, a sustentabilidade e a eficiência urbana. 

10 min leitura

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INTRODUÇÃO

A tecnologia está no centro das Cidades Inteligentes 3.0, mas não se trata de tecnologia pela tecnologia. Nesta nova etapa de desenvolvimento urbano, a tecnologia serve as pessoas — é uma ferramenta para criar cidades mais inclusivas, resilientes e eficientes. Desde políticas baseadas em dados até aplicações participativas, a tecnologia melhora a forma como as cidades respondem aos desafios e prestam serviços públicos.  

Este módulo explora como as Cidades Inteligentes 3.0 integram a inovação de uma forma centrada nos cidadãos. Analisaremos as ferramentas envolvidas, o seu impacto na governação e sustentabilidade, e o equilíbrio entre oportunidade e responsabilidade ética. 

1. TECNOLOGIAS INTELIGENTES PARA SOLUÇÕES URBANAS

imagen (6)

O que torna uma cidade “Inteligente”? Não é o número de dispositivos — é a integração da tecnologia com políticas sustentáveis e acessíveis que melhoram a qualidade de vida. As soluções inteligentes dependem de: 

  • Sensores para informação em tempo real (ex: qualidade do ar, tráfego, ruído). 
  • Plataformas para recolher e visualizar dados (dashboards, portais de dados abertos). 
  • Dispositivos inteligentes que se conectam e reagem (iluminação inteligente, caixotes do lixo inteligentes, Wi-Fi público). 

Exemplos de Tecnologias de Cidades Inteligentes 

Texto frontal
Texto trasero

2. A INTERNET DAS COISAS (IoT)

Uma rede de dispositivos conectados que recolhem e partilham dados. 

Aplicação nas Cidades: 

  • Iluminação pública que reduz a intensidade quando não há ninguém por perto. 
  • Caixotes do lixo inteligentes que notificam as equipas de saneamento quando estão cheios. 
  • Sensores de estacionamento que guiam os condutores para lugares livres. 

A IoT permite que as cidades sejam mais responsivas e eficientes, reduzindo o desperdício e melhorando a segurança. No entanto, também requer uma infraestrutura digital forte e levanta preocupações sobre privacidade e vigilância. 

3. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA) E BIG DATA

IA refere-se a máquinas que simulam a tomada de decisão humana. Big Data é o volume massivo de informação recolhida através de dispositivos conectados. 

  • Análise Preditiva: A IA prevê padrões de tráfego, uso de água ou procura de eletricidade. 
  • Automação: A IA suporta serviços como chatbots de apoio ou regulação de semáforos. 
  • Apoio à Decisão: O Big Data ajuda os decisores políticos a ver padrões e ajustar estratégias rapidamente. 

 

Considerações Éticas 

 

  • Viés (tendenciosidade) em dados e algoritmos 
  • Falta de transparência na tomada de decisão automatizada 
  • Risco de vigilância sem consentimento 

As Cidades Inteligentes 3.0 devem combinar inovação com quadros éticos e legais claros. 

4. TECNOLOGIA PARA A PARTICIPAÇÃO CÍVICA

As tecnologias inteligentes devem fortalecer, e não substituir, a participação democrática. 

Ferramentas de Participação Eletrónica (E-Participation) 

 

  • Decidim (Barcelona): Plataforma participativa para planeamento e orçamento. 
  • Consul (Madrid): Cidadãos propõem e votam em projetos públicos. 
  • Consultas Digitais: Ferramentas online recolhem opiniões antes de as decisões serem tomadas. 

 

Benefícios 

 

  • More voices included, especially marginalized groups. 
  • Mais vozes incluídas, especialmente grupos marginalizados. 
  • Resposta mais rápida às necessidades da comunidade. 
  • Transparência e responsabilização. 

Riscos 

  • Exclusão digital daqueles sem acesso ou competências. 
  • “Tokenism” — participação sem impacto real. 
  • Ameaças de cibersegurança. 

As soluções devem combinar ferramentas digitais com envolvimento offline e capacitação. 

5. CIDADES INTELIGENTES E TECNOLOGIA ÉTICA

Embora a tecnologia permita a inovação, as cidades devem manter padrões éticos. 

Princípios Chave 

  • Transparência: Os residentes devem saber que dados são recolhidos e porquê. 
  • Segurança: Proteger os dados dos cidadãos contra violações. 
  • Equidade: Garantir a inclusão digital para todas as comunidades. 
  • Sustentabilidade: A tecnologia deve servir objetivos climáticos e sociais. 

A Cidade Inteligente 3.0 abraça a inovação responsável — onde a privacidade, a justiça e o impacto a longo prazo são centrais. 

Objetivo: Explorar dilemas éticos das tecnologias inteligentes. 

Instruções: 

 

  1. Dividir em grupos: cada grupo representa uma parte interessada (cidadãos, conselho municipal, empresas de tecnologia, ONGs). 
  2. Apresentar um caso (ex: instalar câmaras de reconhecimento facial). 
  3. Debater benefícios e riscos de cada perspetiva. 
  4. Propor uma política que equilibre inovação e direitos. 

Resultados: 

  • Praticar o raciocínio ético. 
  • Compreender as necessidades das partes interessadas. 
  • Aprender a negociar políticas de tecnologia inclusivas.
  •  
  • IoT: Network of devices exchanging real-time data. 
  • IoT: Rede de dispositivos que trocam dados em tempo real. 
  • IA: Aprendizagem automática para simular o pensamento humano. 
  • Big Data: Conjuntos de dados em grande escala usados para análise. 
  • E-Participation (Participação Eletrónica): Ferramentas online de participação cívica. 
  • Transparência: Informação clara e acessível sobre como as decisões são tomadas. 
  • Inclusão Digital: Acesso igualitário a ferramentas e serviços digitais. 

Quiz 1

Quiz 2

Quiz 3

Bable. (n.d.). AI for smart cities 

Bable Smart Cities

https://www.bable-smartcities.eu/es/explorar/soluciones/solucion/ai-for-smart-cities.html 

Bouskela, M., Casseb, M., Bassi, S., De Luca, C., & Facchina, M. (2016)

La ruta hacia las smart cities: Migrando de una gestión tradicional a la ciudad inteligente. Inter-American Development Bank

Daneva, M., & Lazarov, B. (2018, May)

Requirements for smart cities: Results from a systematic review of literature. In 2018 12th International Conference on Research Challenges in Information Science (RCIS) (pp. 1-6). IEEE.Giffinger,R., Fertner, C., Kramar, H., Kalasek, R., Pichler-Milanovic, N., and Meijers, E. (2007). Smart Cities. Ranking of European Medium-Sized Cities, Research Report, Vienna University of Technology, 2007

(http://www.smart-cities.eu/download/smart_cities_fi nal_report.pdf)

eSmartCity. (n.d.)

AI: Artificial Intelligence . eSmartCity. Retrieved 04 Nov 2011, from

https://www.esmartcity.es/ia-inteligencia-artificial  

Kyriazopoulou, C. (2015)

Architectures and requirements for the development of smart cities: a literature study. In Smart Cities, Green Technologies, and Intelligent Transport Systems: 4th International Conference, SMARTGREENS 2015, and 1st International Conference VEHITS 2015, Lisbon, Portugal, May 20-22, 2015, Revised Selected Papers 4 (pp. 75-103). Springer International Publishing. 

Medina, I. L., Baeza, V. M., & Sánchez, C. M. (2021)

Integración de las tecnologías del habla en el transporte público de Smart Cities

Monzon, A. (2015, May)

Smart cities concept and challenges: Bases for the assessment of smart city projects. In 2015 international conference on smart cities and green ICT systems (SMARTGREENS) (pp. 1-11). IEEE. 

Telefónica, F. (2011)

Smart Cities: un primer paso hacia la internet de las cosas. Fundación Telefónica. 

Tarazona Lizarraga, C. (2020)

Análisis de las necesidades de una Smart City en el marco de un desarrollo sostenible. 

Preukschat, Alex. 2017

 Integración, seguridad y tranaparencia: las paortaciones de la tecnología en las Smart Cities. 2017

Ospina Varón, A. C. (2013)

Seguridad en MTC-transmisión en la zona de sensores en MTC y M2M en aplicaciones orientadas a Smart Cities

Yigitcanlar, T., Desouza, K. C., Butler, L., & Roozkhosh, F. (2020)

Contributions and risks of artificial intelligence (AI) in building smarter cities: Insights from a systematic review of the literature. Energies, 13(6), 1473. 

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